Relato de experiência fora do corpo - Aprendizados Evolutivos

O artigo apresenta o relato de uma projeção consciente fora do planeta Terra. A partir das vivências extrafísicas o autor investiga a sua própria realidade pessoal. Também são investigadas as causas da projeção e como os eventos extrafísicos se relacionam com os eventos intrafísicos vividos pelo projetor.

Experiência pessoal - Relato projetivo

Local: BR 277, algum local entre Irati e Foz do Iguaçu, estado do Paraná no Brasil.
Data: madrugada do dia 25 de agosto de 2006.

Após um dia agitado com o trabalho, passando por uma microcirurgia para remoção de pintas na pele na região do rosto e do abdome, e vivenciando um período de recuperação de uma forte gripe, às 20h30min, embarquei no ônibus da empresa catarinense com destino à Foz do Iguaçu.

Motivo da viagem: participar de um curso de qualificação de professores de Conscienciologia. que aconteceria em Foz do Iguaçu.

Acomodei-me na poltrona do ônibus leito. Não conseguia dormir pois sentia os efeitos do forte resfriado e o incômodo da cicatrização dos cortes e cauterizações feitos em função da microcirurgia.

Sem muita noção de quanto tempo havia se passado após o ônibus iniciar a viagem e após ter finalmente conseguido dormir, minha consciência despertou com baixa lucidez na dimensão extrafísica. Não percebi a saída do corpo, apenas despertei num ambiente fechado, não havia janelas nem portas que eu tivesse percebido, era uma pequena sala de 1,5m por 1,5m. Em um canto desta sala estava eu, corpo extrafísico (psicossoma) deitado e encolhido no chão, estava na posição fetal e imóvel.

No outro canto da sala havia o que me pareceu ser uma consciência extrafísica de aparência vigorosa, parecendo um gladiador, montava guarda com os braços cruzados.
Imóvel e em pé, causava intensa sensação de medo em meu íntimo. Sentia como se qualquer movimento pudesse me tornar perceptível para aquele guardião aterrorizador.
Durante um bom tempo não me movi evitando despertar qualquer suspeita de que eu estivesse naquele ambiente. Sentia que o guardião poderia me fazer algum mal se me percebesse  e o medo crescia cada vez mais.

No entanto sabia estar projetado fora do corpo físico e comecei a refletir sobre o que estava se passando. Lembrava que, por estar me manifestando pelo psicossoma (perispírito, alma), o guardião não poderia me causar mal algum.
Aos poucos os questionamentos sobre os fatos extrafísicos aumentavam minha lucidez e resolvi tentar vencer o terror que me mantinha imóvel no canto da pequena sala.

Com esforço íntimo encontrei coragem para lentamente sair da posição encolhida no canto da sala e seguir em direção ao guardião que me amedrontava. Seguia em sua direção questionando mentalmente sobre a razão de estarmos ali. A coragem crescia à medida que avançava em direção a ele.

Quase chegando a tocar no guardião extrafísico, de súbito, todo o ambiente se modificou. Agora me encontrava volitando sob o leito de um rio de uns 10 metros de largura e cercado por pedras e vegetação nativa com árvores altas e nenhuma presença humana perceptível.
Seguia em alta velocidade sob o rio sinuoso. Sentia imenso bem estar e revigorização energética. Também minha lucidez havia aumentado significativamente e nenhum sinal do medo sentido anteriormente ainda persistia.

Era como se os fatos anteriores não tivessem acontecido. Repentinamente a velocidade da volitação aumentou e agora seguia para o alto, em direção ao céu e cada vez mais veloz. Sem perceber ou, talvez, sem me recordar, transcendi a atmosfera terrestre e cheguei até um local onde contemplava os corpos celestes com nitidez impressionante.

Havia outras consciências e tudo se passava como se estivesse numa grande sala de aula, um gigante planetarium no meio do cosmos. Seria este local a contrapartida extrafísica do espaço sideral ou algum ambiente extrafísico simulando o espaço sideral?

As consciências ali presentes conversavam sobre temas da Conscienciologia, os mais diversos, e havia espaço para questões dos alunos que assistiam às explanações

dos professores. Para minha felicidade, meu papel nesta aula extrafísica sobre Conscienciologia, era o de professor.

Uma sala de aula em meio ao espaço sideral

Eu “sabia que sabia” muitas coisas. Os alunos me faziam perguntas e eu as ia respondendo com relativa facilidade e sabedoria. Duas perguntas e suas respostas ficaram gravadas mais fortemente em minha memória.

A primeira pergunta:

Na primeira o aluno me perguntava o que era o fenômeno da sincronicidade. Eu expliquei da seguinte forma: observe estes planetas ao nosso redor (me referindo ao espaço sideral que observávamos). No universo intrafísico, os planetas, as estrelas e todos os corpos celestes atraem uns aos outros através da força gravitacional. Mesmo sem ser percebida, a força gravitacional está presente atuando em todos os corpos, inclusive nos corpos menores. Até mesmo nos pequenos objetos de uma casa um corpo atrai o outro pela força gravitacional. Quando esta força se torna o suficientemente forte para alterar o fluxo natural do movimento de um corpo de maneira perceptível para nós é que nos damos conta de sua atuação.
De forma análoga e considerando as múltiplas dimensões energéticas de manifestação das consciências, o desenvolvimento dos pensamentos e sentimentos de todas as consciências geram campos de informação que interagem com todas as outras consciências e objetos multidimensionais no cosmos. Ainda que alguns campos afetem tão sutilmente uma consciência e até mesmo a “matéria” distante, que não consigamos perceber a sua atuação, este campo esta em interação com os demais. Por isso tudo tem a ver com tudo, tudo está interligado. O fenômeno da sincronicidade resulta dos efeitos das interações energéticas multidimensionais entre tudo o que existe.

A segunda pergunta:

Na segunda pergunta um aluno indagou sobre a cosmoética e eu respondi o que segue. Para entender a cosmoética você precisa entender com profundidade duas coisas: a primeira é o entendimento profundo de si mesmo. A segunda é o entendimento profundo do fluxo harmonioso do universo. Na confluência/interseção entre estas duas realidades está a cosmoética para você.
Após estas duas explicações despertei no soma. Estava cheio de energia e ideias. Encontrava-me plenamente autoconsciente dos eventos extrafísicos que acabava de vivenciar. Segui o resto da viagem pensando milhões de coisas. Ainda faltavam umas 3 horas para chegar a Foz e foram tantas ideias que muitas delas não consegui recuperar para a memória física. Fiz as primeiras anotações apenas quando cheguei ao destino da viagem.

Dicas do projetor Domingos para diferenciar sonho e experiência fora do corpo (veja o artigo em nosso blog)

Sonhos diários
– se você pensa que raramente sonha é porque não se recorda dos seus sonhos diários, pois pesquisas já demonstraram que todos sonham de 90 em 90 minutos após adormecerem.
Projeções inconscientes e sonhos – ao dormir, nosso corpo sutil (designado psicossoma) desprende-se de nosso corpo físico (designado soma) e assim nossa consciência pode atuar livremente por meio do psicossoma enquanto nosso soma está dormindo. A partir da soltura do psicossoma a consciência passa para o chamado estado projetivo, fora do soma e, é por isso, que nesse estado ocorrem as designadas experiências fora do corpo. Essa experiência pode ser inconsciente, semi-consciente ou consciente, mas na grande maioria dos casos ela ocorre de maneira inconsciente e, por isso, achamos que apenas sonhamos.
Sonho com atuação ativa sinaliza projeção consciencial – no sonho atuamos como espectadores de um filme que ocorre sem nossa participação. Na projeção, nossa consciência atua ativamente no “filme” e tem capacidade decisória nas ações que realiza. Portanto, se no seu sonho você era um elemento ativo e que interagia nas ações como um ator do “filme”, você possivelmente estava em uma experiência projetiva utilizando outro corpo de manifestação de sua consciência.
Raciocínio e capacidade de análise – quando estamos apenas sonhando, nosso raciocínio e capacidade de análise não funcionam adequadamente. Nossa consciência não está alerta para despertar o sentido da atenção. No entanto, no estado projetado nosso raciocínio funciona da mesma maneira quando estamos acordados ou até melhor. Portanto, se em um sonho você utiliza muito bem seu raciocínio e capacidade de análise, provavelmente trata-se de uma projeção.
Sonhos continuados com sequência lógica – um caso especial são os sonhos continuados na mesma noite, em que uma ação sonhada previamente continua em outra sessão do sonho no mesmo ambiente e com uma sequência lógica. Esse encadeamento lógico e coerente somente ocorre em projeções, pois no sonho comum a sequência ocorre sem coerência e lógica, inerentes ao estado onírico simples do sonho comum.
Corpo inerte, mas consciência ativa – o soma fica parcialmente inerte durante o sono, mas nossa consciência desperta e vivencia experiências transcendentes. Dessa forma, podemos aproveitar o período do sono de maneira útil e consciente pela ação de nossa consciência projetada. Ou seja, nesse período, embora seja um período considerado improdutivo sob o ponto de vista físico, podemos realizar uma infinidade de ações úteis com nossa consciência projetada, não havendo, para ela, limitação de espaço nem de tempo.

Baseando-se na experiência relatada, considero que você também possa trilhar por um caminho similar de modo a ter acesso a uma outra visão de nossa consciência multidimensional e integral. Para isso, indico-lhe o link de acesso gratuito ao livro Projeções da Consciência, onde poderá conhecer o relato de 60 experiências lúcidas para fora do corpo físico, assim como técnicas e dicas para você também se projetar. 

Conheça no vídeo abaixo o relato de uma experiência fora do corpo na qual o irmão encontra a irmã em outro país e confirma a experiência posteriormente:

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